Orbitando
"I’m not fascinated by people who smile all the time. What I find interesting is the way people look when they are lost in thought, when their face becomes angry or serious, when they bite their lip, the way they glance, the way they look down when they walk, when they are alone and smoking a cigarette, when they smirk, the way they half smile, the way they try and hold back tears, the way when their face says they want to say something but can’t, the way they look at someone they want or love… I love the way people look when they do these things. It’s… beautiful."

Unknown (via soaringaboveitall)

(Source: rogue4robothearts, via electricscum)

“A gente sempre colocava aqueles papéis no varal. Nosso padrinho dizia, com a voz sempre rouca, pra atarmos tudo quanto é coisa pra secar no varal. Secando, não perdíamos nada. Ele sempre nos disse que os secos duram mais. Mas teve um dia que os papéis não pareciam durar. Os molhados – a tinta escorria e ia chão abaixo, pro fundo. Atravessava um monte de coisa e penetrava no mundo. Mesmo que ninguém mais conseguisse ler, tinha penetrado no mundo e agora fazia parte dele! Não é fascinante? Mas meu irmão dizia que era só tinta. “Palavras, momentos, histórias e sentimentos pra tinta. Só tinta.” E eu vi que ele tinha razão. Tinha penetrado tinta, não o que estava no papel, não o que estava realmente sendo representado. É uma pena… Seria tão poético.”

(Source: mperinotto.blogspot.com)

"Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ONTEM e o outro se chama AMANHÃ. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver."

Dalai Lama (via versuseumesma)

(Source: versus-eu-mesma)

Sonho I

Alguma coisa na minha rua, na esquina da macumba, acompanhado de quatro meninas. Uma que urinava em jatos estrondosos, de vestido vermelho. Também tinha as fotos, a vontade de rodar o quarteirão de medo da garota mijona, o banco no balão que não existia mais, a cabeça decapitada do careca e mais fotos que eu não consigo me lembrar. Novo mundo, começando numa floresta gigante, maravilhosa, com riachos verdes. Corri pela floresta até encontrar a Unicamp que não era a Unicamp. Havia a chuva dos mortos. Chuva de suor e lágrimas daqueles que morreram sem ter seus desejos saciados. Lá “em cima” tinha uma espécie de loja. Continuando a correr, achei a cidade dos portões acinzentados. Mais chuva, mais alguma coisa que não parava de soltar “água”.

No morro, lá em cima (olhando da cidade), estava o hospital (ou hospício) onde fui internado. Lá era bom. Lourival era o nome do “guarda”, mesmo nome do meu avô. Ele me ajudou a escapar do hospício, destruindo cercas de madeira e pulando em troncos caídos comigo (sendo que eu poderia sair do hospício a qualquer hora, pela porta da frente). Chegou outra garota no hospício. Uma que por um segundo estava grávida e no outro não estava mais. Ela preparava tortas e mais tortas o dia todo; um monte de coisas gostosas. Não disse, mas eu sabia que ela iria vendê-las. Era trabalhava duro e tinha o sorriso triste. As coisas que ela fazia eram coloridas, com texturas e gostos que eu nunca tinha sentido (e senti). Tente ligar e mandar mensagens pra “ele”. Mas, como ontem (e hoje), dia trinta de outubro, as mensagens não estão chegando pra nenhum dos dois. No fim, percorri o caminho inverso do hospício até a floresta com a Mariana Michelon. Ela não tinha o menor interesse de saber da chuva dos mortos e da minha fascinação pelo riacho verde (élfico). Chegamos na floresta como se fosse uma saída daquele mundo. Eu estava relutante. Acordei.

(Source: mperinotto.blogspot.com)

E você estragou tudo novamente. Parabéns, Matheus. Seja miserável. Ná. Não estraguei porra nenhuma. As pessoas são diferentes, só isso. A mania perfeccionista é inútil quando se trata de pessoas; quando se trata de mim.

All This and Heaven Too - Florence + The Machine

(Source: jillbiden, via giovanewerther)

No Light, No Light - Florence + The Machine

(Source: wrists, via e-pic)

Vou contar como foi “o antes de dormir” no dia dezesseis. Da cachorra da vizinha, que entrou na garagem e ficou raspando a porta à meia-noite. De como eu a coloquei pra fora, brincando, e toda hora ela voltava. De como eu deitei à meia-noite e meia e a Mamá me mandou uma mensagem, precisando conversar. De como conversamos. E de como fui dormir tarde e sonhei pouco. E daí que já é dezessete?

"Eu sou assim, ligada na tomada. Sempre querendo encontrar uma razão pra tudo. Pessoas como eu sofrem mais. Se decepcionam mais. Por outro lado, crescemos. Evoluímos. Amadurecemos. Nada é estático em nossas vidas. Nada é à toa. Tudo ganha uma compreensão, tudo é degrau, tudo eleva."

Martha Medeiros

(Source: cool--cool, via desapega-que-a-vida-carrega)

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